segunda-feira, 8 de junho de 2009
' a indiferença
Pé na bunda? Dói. Traição? Dói muito. Injustiça? E como! Mas vou lhe dizer, nada dói tanto como a indiferença. Ficamos tão indiferentes a essa palavra, que nem percebemos o poder destruitivo que ela tem. Nunca notou que quando deu um gelo em tal pessoa, ela reagiu? E quando dão em você, você também reage! Gostamos de ser notados, nossas ações, nossas alegrias e até nossas tristezas, não gostamos que nada passe batido aos olhos das outras pessoas, ou vai dizer que você gosta de chegar na sua escola ou no seu trabalho totalmente deprimido e ninguém notar, ninguém nem te dar um abraço mais caloroso, daqueles que te animam ao menos um pouco? Ou então quando você conta uma piada e ninguém reage a ela? Ou pior, quando você gosta de uma pessoa e ela simplesmente finje que você não existe. Ou até quando seus pais fazem o favor de te ignorar. Tudo isso dói, e dói muito! E não podemos ser indiferentes consigo e nem com as outras pessoas, ou vai dizer que você nunca acordou deprê e fingiu não ter nada, até no fim do dia explodir em lágrimas (após ter remoído a tristeza o dia todo, ter tido dor de estômago e dor de cabeça?) não era melhor ter acordado, chorado horrores e dessa maneira ter se sentido mais leve? Não podemos nos ignorar! E quanto as pessoas ao nosso redor? Quantas vezes não vemos nossos colegas cabisbaixos, um nick no msn entristecido e simplesmente não damos uma palavra amiga? Por pura preguiça? Quantas vezes também estamos dentro do ônibus (carro, trem sei lá qual a sua condução) e perdemos o espetáculo do pôr do sol simplesmente porque estamos estressados e olhando para o nosso próprio umbigo!? Temos que ser como radares, estar ligados em tudo, o tempo todo, para não perdemos os mínimos detalhes da vida, que compunham toda a nossa felicidade (e a dos outros!). Não seja indiferente a esse texto também, aplique a mensagem a sua vida (e comente! hahaha)
sábado, 6 de junho de 2009
' convite
Ora minha alma gêmea, chegue mais perto, se aproxime, não encontre solidão. Afague os meus cabelos,sinta o meu perfume francês, colocado estratégicamente para lhe agradar. Fique ao meu lado quando o outono chegar e tudo cair. Conte comigo mil auroras. Me escreva o seu telefone e coloque em um dos meus bolsos, para eu lembrar de te ligar durante o dia. Não seja tão estrategista! Deixe eu te conquistar e te mostrar que comigo é mais colorido e que meus beijos podem ter saber de mel, para te apaixonar.
Comigo pode ser diferente, é só me dar seu coração, que eu lhe darei o meu em troca.
Comigo pode ser diferente, é só me dar seu coração, que eu lhe darei o meu em troca.
terça-feira, 31 de março de 2009
' happy b.day.

Tá, o aniversário do Heath é só sábado. Mas como eu sei que não vou ter tempo de postar aqui (e também tenho que postar no outro blog), vou adiantando minha homenagem.
Faz tempo que eu conheço o trabalho do Heath. Desde Coração de Cavaleiro. Mas só fui realmente admirá-lo depois de Lords Of Dogtown (meu filme favorito), e piiiirar nele no Batman - O Cavaleiro das Trevas. Dia 22 de janeiro do ano passado, ele morreu. Minha mãe que me avisou. Fiquei chateada, sou sensível. Até quando a fulainha tia da sicraninha morre eu fico chateada. Mas eu nunca choro quando morre alguém, nem entro em depressão, em crise, nem nada disso. Orei pra que Deus levasse ele a um bom lugar. Algum tempo depois descobri minha verdadeira vocação. Ser atriz. Eu sou uma bosta de atriz, mas é o que eu mais quero. Enfim. Quando descobri essa minha vocação, me deparei com um dos trabalhos de Ledger (não lembro que filme agora). E vi que ele era um alguém que poderia me inspirar. Aluguei mais uns filmes dele, baixei outros. Ele era incrível em cena. Não aguentei de curiosidade e quis pesquisar mais sobre a vida dele, queria saber mais do que eu já sabia. E descobri vários gostos em comum, pensamentos parecidos, mesmas vontades. Ele era também um ser humano semelhante a mim. Provavelmente se tivessemos nos conhecidos seríamos amigos. Passei a me inspirar nele, artisticamente falando. Mas seu ser humano, seu sorriso, tudo me fascinava. O sorriso dele é uma das coisas que mais me dão paz. Quando vejo seu sorriso em filmes ou em fotos, me enche o coração de paz, de amor, de um sentimento muito bom, e que melhora meu dia. Então eu tenho um porta retrato com uma foto dele, na minha mesa de trabalho. Ele está dando um meio sorriso, mas o olhar dele naquela imagem, penetra no fundo do meu âmago. Só fui perceber que ele realmente é a minha inspiração, meu anjo, quando assistindo a '10 coisas que eu odeio em você', eu chorei com a cena em que ele canta no campinho na escola, usando o sistema de auto falantes. Me tocou o coração saber que todo aquele talento, estava perto de Deus e longe de mim, mas que de uma maneira ele sabia de mim, e ficaria triste se eu chorasse sua ausência. Chorei como se eu o conhecesse a anos. Estranho pra mim, eu sou fria pra essas coisas. Mas eu acredito que as coisas sempre têm um porque. Se eu não tivesse o estalo do que eu queria fazer na vida e ter o Heath como a minha inspiração, provavelmente estaria sem sentido, sem saber pra que lado conduzir a vida. Permito ser um pouco religiosa, e dizer que Deus programou tudo isso, fez Heath de 'mensageiro' para que eu descobrisse minha vocação. Sei que como eu, muitas outras pessoas são inspiradas por ele e outras tantas o admiram e o amam, e que todo esse sentimento bom o eleva. Eu acredito que ele pode me ouvir. Ontem ouvi Bob Dylan, uma música que me lembra ele. A janela estava aberta mas a corrente de ar não passa por ela. Mas ontem passou, um ar frio soprou forte e bagunçou meus cabelos. Eu olhei pra trás e vi então o por-do-sol. E aquele sol, aquele brilho bruto, mas lindo, me lembrou o sorriso do Heath, e então eu sorri de volta. Parecia que ele estava ali, naquele por-do-sol. E vai ver estava. Certo é que ele estava dentro de mim, em uma parte só dele, do lado esquerdo do peito.
segunda-feira, 23 de março de 2009

esse selinho eu ganhei da Kiita :) então tô postaando :)
As regras são:
exibir a imagem,
linkar o blog que te indicou e indicar blogs que valem a pena acompanhar, em ordem alfabetica...
1º blog - http://bolinhastagarelas.blogspot.com/ - Blog da Kiita :)
2º blog - http://turbulencias.zip.net/
3º blog - http://heathledgerbrasil.blogspot.com (tá, esse tbm é meu, mas vale a pena! ;~)
4º blog - http://sweeet.zip.net/
terça-feira, 10 de março de 2009
molecagem.
Eu sinto falta da minha época de moleca, em que minha única obrigação era a escola, eu não usava salto e nem maquiagem, eu aprontava minhas artes e até corria da polícia! hahaha! Mas tudo pura molecagem, inocência. Meus melhores amigos eram meninos, e talvez por isso que hoje eu conheça tanto a mente maligna dos homens. Naquele tempo nem Natália eu era, eu era Lia, diminutivo de Natália, diminutivo de mim mesma. Eu não usava vestido e raramente usava saia, afinal eu era uma moleca, eu tinha que correr e pular e não queria mostrar minhas calcinhas de bichinho para os meus amigos. Eu usava um all star sujo e preto, usava esmalte e gloss clarinho e brinco pequeno, ás vezes nem isso. Andava pra lá e pra cá com skate, mas nunca nem soube andar direito. Os cabelos eram curtos e coloridos, mas apesar de tudo isso, ainda assim eu era feminina, era uma belezinha de menina! HUSAHUSAHU.
Mas o tempo passa, tenho as obrigações de trabalhar, pagar minhas contas, lutar pelo meu futuro. Hoje eu não corro mais e nem pulo, eu uso salto e vestido e não quero que ninguém veja minhas micro calcinhas. Meus brincos, de tão grandes pesam as orelhas, assim como a minha responsabilidade. E a maquiagem me ajuda a desfarçar o rosto que já não é de uma molequinha. Os cabelos compridos e louros,e o esmalte sempre vermelho e o batom chamativo. Hoje eu sou Natália ou Nate, eu cresci. Cresceu o nome, a responsabilidade, a visão do mundo. Não levo mais o meu skate pra cima e pra baixo, eu ando de metrô, e o meu all star é impecável e rosa. Os amigos mudaram, a vida mudou e eu também mudei. Mas por dentro, sempre moleca!
Mas o tempo passa, tenho as obrigações de trabalhar, pagar minhas contas, lutar pelo meu futuro. Hoje eu não corro mais e nem pulo, eu uso salto e vestido e não quero que ninguém veja minhas micro calcinhas. Meus brincos, de tão grandes pesam as orelhas, assim como a minha responsabilidade. E a maquiagem me ajuda a desfarçar o rosto que já não é de uma molequinha. Os cabelos compridos e louros,e o esmalte sempre vermelho e o batom chamativo. Hoje eu sou Natália ou Nate, eu cresci. Cresceu o nome, a responsabilidade, a visão do mundo. Não levo mais o meu skate pra cima e pra baixo, eu ando de metrô, e o meu all star é impecável e rosa. Os amigos mudaram, a vida mudou e eu também mudei. Mas por dentro, sempre moleca!
segunda-feira, 9 de março de 2009
a vida é doce.

Sim, a vida é doce. Se você permitir que ela seja.
Remédios, amores, dinheiro, nada traz felicidade. Pelo menos pra mim não. O que me traz felicidade e deixa a minha vida doce, são os amores. O amor que eu sinto pelos meus pais e é recíproco, o amor pela minha irmãzinha, pelo meu gato preto. Pelo pôr-do-sol, pelo amanhecer. Amo o cheiro de terra molhada, amo dormir numa tarde chuvosa ou assistir um filme quando chego do trabalho. Amo ler um bom livro, ouvir minhas bandas favoritas e cantar bem alto no chuveiro e no quarto. Amo sair de casa sem ter hora pra voltar e amo o meu trabalho. Aprendi a amar as pequenas coisas que me cercam em doses homeopáticas, e assim porque não, ter amor a vida! É, estou dócil.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
de tarde quero descansar...
Eu já cansei de tudo isso. Das dores que venho compartilhando comigo mesma. Dos amigos vendo minhas chagas e me olhando martirizar de longe, tapando o nariz, com medo de sentir o cheiro da minha potrefação. Cansei dos olhares de piedade, mas que não passam de olhares, na verdade se pudessem passariam por cima de mim, atravessariam meu crânio com uma lança, acabariam com a minha vida, somente para não verem mais os meus belos olhos marejados, envoltos em tristeza. Cansei das pesssoas contando meus suspiros, apostando com seu ego em qual desses suspiros minha vida vai embora. Cansei de cada 'até logo' ou 'tchau' meu, ser interpretado como o último. Eu ainda estou vida, não sei por quanto tempo, pois essa vida insignificante está me consumindo e acabando com minhas forças, mas eu ainda estou vida, aqui ainda bate um coração, e por mais frio que seja, ele mantém congelado, sentimentos.
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